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Brigadeiro Tour | Paris: o sonho e as desventuras em série

Diário de Viagem Paris - Eurotrip, BrigadeiroTour

Bem-vindos à Brigadeiro Tour – O Diário de Viagem! Este é o primeiro post da série com um resumo, muitas fotos e dicas de cada lugar pelo qual passei nos 37 dias de férias pela Europa.

Para quem não sabe, batizei assim a viagem porque foi graças a quase dois anos vendendo brigadeiros – no projeto que se chama O Brigadeiro Viajante – que consegui realizar o sonho de viajar para conhecer minha tão sonhada Paris – e cia.

A viagem rolou de 27 de abril a 01 de junho e, apesar de alguns perrengues (logo mais conto todos eles pra vocês), foi incrível!

A ordem dos lugares visitados foi essa: Paris, Bruxelas, Bruges, Amsterdã, Praga, Florença, (com uma day trip para Pisa e Calafuria), Nice, Praga (Sim, de novo! Ah, e com uma day trip para Berlim; mas dela eu ainda não vou falar, porque mal conheci, hehe).

Então, sem mais delongas, vamos ao relato do que foram os meus dias em Paris! ♥

Montmarte, Les Murs de je T'aime - Paris - Diario de Viagem com Jess Code - BrigadeiroTour

A VIAGEM
Como boa mineira, saí cedíssimo de casa, porque ia fazer a conexão separada de BH – SP, para, então, pegar o voo de SP para Paris, com conexão em Lisboa.

Era minha primeira viagem internacional, então eu estava puro nervoso. Carreguei uma pasta com um milhão de documentos e comprovantes (e não precisei usar nenhum! haha) comigo o tempo todo e parecia o Chico Bento na cidade grande! hahaha

Depois de ouvir mil histórias de terror, me imaginava sendo parada pela imigração, indo à salinha, explicando como ia viver por conta própria na Europa por mais de um mês… Mas foi a coisa mais tranquila do mundo!

Desci em Lisboa (o praxe é fazer a imigração no aero de conexão mesmo), segui a fila e parei num saguão enorme, com todo mundo esperando pela imigração. Era cedo, umas 6h40, então era basicamente só o meu voo.

A fila andou rápido e, quando cheguei ao guichê, tremendo levemente, o moço só pegou meu passaporte, escaneou, carimbou e me desejou boas-vindas e uma boa estadia.

Fiquei pensando: “é só isso?! Aposto que é pegadinha e tem mais fila lá dentro!” hahahha

Mas era mesmo só aquilo. Lá estava eu, livre. Agora era só esperar o próximo voo e chegar a Paris… 

Paris, diário de viagem, por Jess Code - BrigadeiroTour

A CHEGADA
Se o meu primeiro dia em Paris fosse um livro, o nome seria Desventuras em Série. Foi uma sucessão de loucuras e coisas dando errado que eu até cheguei a pensar que passei a vida toda sonhando com uma coisa que tava destinada a dar errado (bem dramática, ela!).

Então, eu tinha alugado um estúdio (o nome que eles dão para “nano apê”, hehe) pelo Airbnb e combinei com a Caroline, a dona, que chegaria às 13h30.

Calculei com espaço de tempo: o voo estava previsto para chegar às 11h15 no aeroporto de Orly, depois eu esperaria as malas, as recolheria, pegaria o OrlyBus, um metrô e andaria um pouco da Gare de Lyon (que ficava a uns 5 minutos a pé do apartamento) até o prédio, onde encontraria a host.

Isso tudo em tese, porque é claro que Murphy não ia deixar essa tranquilidade toda rolar, não é mesmo?

Pois bem. Cheguei às 11h15, como planejado, as malas chegaram superrápido e eu fui rapidinho caçar meu rumo pra casa. Como o meu celular estava com 5% de bateria e, por alguma bruxaria, os meus dois power banks ligaram sozinhos até descarregarem, fui procurar uma tomada para carregar o telefone e confirmar meu itinerário. Não achei. As pouquíssimas que vi estavam ocupadas e sendo disputadas quase a tapa.

Quando desci ao saguão, estava um caos. Lotado até a tampa, pessoas oferecendo Uber, taxis, vans… Comprei o ticket do OrlyBus por 8 euros, mas vi que havia um bloqueio na saída e vários oficiais do exército com fuzis (?) nas mãos.

Arco do Triunfo, Paris - Diario de Viagem - Brigadeiro Tour 2017 - Jess Code

Voltei ao andar de cima e perguntei no guichê de informações o que tava rolando. A moça me disse, com a cara mais serena do mundo: “Há uma bagagem desacompanhada no saguão e acredita-se ser uma ameaça de bomba. O esquadrão está verificando e em breve a saída para a faixa de ônibus deve ser liberada”.

Nessa hora, eu desejei estar de fralda, porque quase fiz xixi na calça de tanto medo. Pensei: “fudeu! Levei 25 anos para chegar aqui e vou morrer explodida no mesmo dia!”. Pensei na minha mãe, que tava morrendo de medo dos ataques e não queria de jeito nenhum que eu fosse. Mas é aquele ditado: “vamo” fazer o quê?! Voltei pra baixo e fiquei esperando.

Umas 12h15 tava liberado, saí e fiquei esperando na fila. O tempo estava bem nublado e meio frio, com um chuva bem fininha começando a cair. Aí começou a espera. Nada de ônibus até as 12h35. Quando ele passou, estava mais lotado que o 8207 descendo a Raja Gabáglia no fim do expediente (belo-horizontinhos entenderão, hahah). Ninguém conseguiu entrar.

Eu já tava em pânico, porque sabia que não ia dar tempo de chegar ao apê na hora marcada e meu celular estava sem bateria nenhuma.

Umas 13h05 o ônibus finalmente passou. Corri pra dentro, colei na grande e fui torcendo pra moça ser bem compreensiva. Cheguei a uma estação, de acordo com o que tinha anotado do Google Maps, conferi a linha do RER (tipo um metrô de dois andares, que faz conexão nas estações de metrô e trem e vai para a região metropolitana de Paris), comprei o ticket e me fui. Depois de mais uma conexão, lá estava eu, na Gare de Lyon.

Como a chuva estava ficando mais forte e já eram 15h35, apertei o passo, errei o sentido da rua (claro), voltei correndo e cheguei finalmente ao prédio. Nada.

Não tinha porteiro, não tinha ninguém. Eu tava com um mochilão de 14 kg nas costas e uma mochila de 8kg nos braços, com frio, cansada, faminta… e sem teto!

brigadeiro_tour_eurotrip_paris_tuilleries_jesscode

Desesperada, toquei todos os interfones e, quando repeti um deles, uma moça saiu de uma loja ao lado do prédio (uma agência de empregos) e me perguntou se podia ajudar. Eu, com meu parco francês, tentei explicar a situação e, depois de alguns pequenos fracassos, consegui fazê-la entender. Ela me deixou entrar na agência, me apresentou ao colega dela e me deixou carregar meu celular.

Então peguei o telefone da Caroline, a proprietária, e ela ligou para ela, explicando em francês o que tava rolando. Depois eu mesma falei com a mulher, expliquei que me atrasei porque o aero estava bloqueado e ela disse que essas ameaças estavam rolando muito mesmo, mas que ela só ia conseguir voltar para me receber às 22h.

Eu gelei. De novo. Eram 16h e eu ia ficar na rua até a noite. Que sorte!

Consegui enrolar mais um pouco na agência, experimentando em primeira mão de todo o poder de sarcasmo dos franceses, distribuí alguns brigadeiros e conquistei um pouco mais de simpatia com o combo doce + “ah, você é do Brrraseel! Adooorrroo Brraaseel!”.

Depois, me despedi e fui caminhando de volta à Gare. No caminho, pertinho do prédio, encontrei o primeiro item da minha lista de desejos: a Rue Crémieux.

Diário de Viagem em Paris, Rue Cremieux, BrigadeiroTour por Jessica Cirino

Linda, cheia de casinhas coloridas, parece uma nano Recife ou Ouro Preto. É bem curtinha, mas vale a visita. Você com certeza vai pirar nas casinhas e querer uma foto de cada, como todo mundo faz. hehe

Então segui para a Gare, comprei um lanche naquela que se tornou a minha melhor (lanchonete) amiga francesa, a Brioche Dorée (guardem esse nome! Você compra o menu “formule” com sanduíche tipo Subway + bebida + sobremesa por 7 euros), me sentei, coloquei o celular para carregar e liguei o wifi para avisar a todos que estava viva.

Uma vez recarregada, fui caçar os lockers e, depois de me perder umas 3 vezes e subir e descer as mesmas escadas, encontrei o tal lugar.

Paguei 5 euros para deixar a mala lá até as 21h da noite, levei comigo a mochila com os itens mais caros (computador, câmera, dinheiro, cartões e tal), olhei um novo itinerário e peguei um metrô para o Champ de Mars. Afinal, o dia podia estar uma merde, mas nada que uma visita à Torre não pudesse curar…

Cheguei lá e… cara, foi meio surreal.

Quando você passa quase literalmente a vida toda sonhando com alguma coisa que parece tão incalcançável e aí você consegue aquilo… É uma sensação meio irreal. Você não sabe se tá mesmo vivendo aquilo ou não e, ao mesmo tempo, fica quase catatonicamente eufórica.

Então, depois de andar distraída pelo frio, cruzei o quarteirão e, PÁ! Lá estava ela.

Champ de Mars - Torre Eiffel, Paris - Diario de Viagem - Jess Code

Fiquei uns 3 minutos parada, só admirando de onde eu estava. Aí voltei a funcionar e fui andando pelo campo. Parei, fiz mil fotos, notei algo que nunca soube: existem vários nomes registrados mais próximo à primeira base, notei as cores, as luzinhas, o tamanho… Tentei gravar tudo na mente, pra eu lembrar sempre do momento em que Paris ficou mesmo real pra mim, hehe.

Aí continuei andando – a mágica da primavera/verão europeu é o dia que é claro até umas 20h, 21h da noite. Eram umas 19h, quando parei de fazer fotos e sentei na grama, e não dava nem sinais de escurecer.

Eu queria ficar lá até as luzes acenderem, mas como ainda tava muito claro e eu precisava pegar as malas, resolvi voltar. Fui andando, peguei o metrô (depois de milagrosamente me perder uma vez) e voltei à estação.

Depois de pegar as malas, fiz hora comendo algo e respondendo o whatsapp e, às 21h50, saí para voltar ao apartamento.

Ruas de Paris - Diario de Viagem - Jessica Cirino, Jess Code

A HOSPEDAGEM

Para quem tá indo sozinho a Paris, essa aqui vai ser uma dica de ouro. Falo sozinho, porque aluguei um estúdio bem pequeno e com uma cama de solteiro, mas, se você e o mozão toparem uma super conchinha, também serve. haha

A Caroline foi super simpática e, por fora – e na parte ryca, de dentro -, o prédio é lindo. Você tem uma “tag” presa ao chaveiro que serve para abrir a porta. Tipo um selo magnético. É só encostar no interfone e a porta destrava.

Depois de entrar pelo saguão, tem dois acessos: um dá para o elevador e a escadaria de mármore do povo rico. A outra, uma porta de madeira que abre para a porta das lixeiras e a escadaria forrada de plástico dos mini estúdios, a parte que eu carinhosamente apelidei de O Cortiço.

O lado ruim: essa parte não tem elevador e o apartamento fica no oitavo andar! Então imagine subir aquilo todo dia, numa escadaria tipicamente francesa (ou seja: bem estreita). Agora multiplique esse sofrimento por mil caso você, como eu, esteja subindo morta de cansaço pela primeira vez com mais de 20 kg de bagagem nas costas. Pois é, quase morri!

Mas o estúdio é lindo e exatamente como a Carolina mostra nas fotos! Ah, outro contra do lugar é que não tem wifi. Eu só senti falta à noite e antes de sair de casa, porque na rua é fácil de achar conexões gratuitas. Aliás, dica de ouro: compre o plano de dados de alguma operadora, se você ficar numa situação parecida, mas não compre os pacotes avulsos da Free. Paguei 15 euros e mal consegui usar! (E fica o aviso: Free Wifi não significa wifi grátis, nesse caso. É só a operadora mesmo. hahah. Isso me deixou confusa no primeiro dia).

O vaso sanitário fica fora do quarto, no corredor, mas, apesar de meio estranho, no começo, foi de boas. Nunca cruzei com nenhum vizinho por lá e eu mal fiquei em casa, então levei numa boa.

Agora, vocês pensam que os dramas do primeiro dia acabaram? Nã-nã-ni-na-não!

Rue Cremieux, Paris - Jess Code, Diario de Viagem - Brigadeiro Tour

Depois que a Caroline saiu, fiz um chá, ligando a tomada no adaptador que não podia – eu me esqueci – e queimei o danado (mais tarde, descobri que dei sorte, porque poderia ter morrido ali mesmo, graças à corrente elétrica do mal que corria por lá). Quando fui tomar banho, o mini box começou a inundar e eu, desesperada e achando que o ralo fosse de encaixar, como aqui, enfiei o dedo e tentei puxar… Foi aí que cortei meu dedo tão profundamente que em questão de segundos o chão do box estava todo vermelho.

Saí desesperada, manchando o chão todo, embrulhei o dedo em papel higiênico, limpei tudo e fiquei refletindo se valia a pena acionar o seguro logo no primeiro dia (e, mais que isso, descer aquela escadaria toda). Decidi que não, amarrei o dedo com um laço e torci para não ser encontrada morta na semana seguinte (muito dramática, sim, mas o corte só tá acabando de cicatrizar hoje, em agosto, para vocês terem uma ideia). E assim acabou o quase interminável primeiro dia em Paris!

PASSEIOS

Acabei não indo a nenhum museu, nem subindo na torre (achei caro). Mas conto o motivo disso mais pra frente, hehe. Por ora, vou dividir a dica: em vez de pagar para ter vistas legais de Paris, você pode subir até o terraço das Galeries Lafayette (é de graça) e admirar quase todos os pontos importantes da cidade de uma vez só. Você vai ficar meio na bad quando vir tanta coisa linda, mara… e cara, mas vai ser um passeio interessante. O teto tem um vitral lindo e a vista lá de cima é impagável!

galeries lafayette, paris - brigadeirotour - jess code

Ah, outro conselho (não só para Paris, mas para qualquer lugar em que você estiver visitando) é andar. Mesmo que seja uma distância maior, você vai descobrir lugares e detalhes que você dificilmente teria a chance de conhecer, caso fosse de metrô, uber e cia.

Num dos últimos dias, o feriado de 1º de maio, por exemplo, eu saí de onde estava, no 12º, andei pela beira do Sena, depois virei por alguns outros bairros, fui ao Louvre, a alguns jardins e fui parar nos limites de Paris com Neuly-Sur-Siene. Vi tanta coisa legal! E ainda peguei tudo mais vazio, graças ao feriado.

Louvre vazio, Paris - BrigadeiroTour - Diário de viagem por jess code

E se você gosta de perfumes, aproveite que está no lugar certo e passe na Fragonard, uma perfumaria que só existe na França, e faça o tour gratuito. Quem me apresentou ao programa foi a Audrey, uma amiga de quem vocês ainda vão ouvir falar muito por aqui. As visitas acontecem de hora em hora, se não me engano, e podem ser feitas em inglês ou francês (tô na dúvida se também rola em espanhol).

Lá, você descobre mais sobre a história do perfume, a trajetória da Fragonard e depois vai para uma sessão de demonstração. No final, eles oferecem os produtos (claro), por um preço com um desconto bem bom para quem comprar o kit (que pode ser dividido entre pessoas do tour, para ficar mais em conta). Gostei tanto que em Nice, voltei lá para comprar um, de presente para a minha mãe.

Fragonard perfumaria Paris - BrigadeiroTour - Jess Code

ALIMENTAÇÃO

Para quem quer comer sem gastar muito, indico os crepes, paninis e os carrinhos de comida árabe pelo caminho. Só não compre nos pontos muito turísticos, porque vão ser sempre mais caros.

Perto da Shakespeare & Co. tem umas ruazinhas mais antigas cheias de lojas de souvenirs e restaurantes. Lá, você acha várias opções de refeições e lanches.

Em Paris, não comi fora, em restaurante, então ainda não tenho dicas disso. Mas logo mais faço um novo post mais gastronômico. Mas se você quer cozinhar em casa/no albergue, minha recomendação é passar no Monoprix (tem na cidade toda!) e fazer a festa. Eles têm várias opções de bebidas, comidas prontas e ingredientes frescos. Eu comprei uma tarte salgada e um saco enorme de salada por menos de 6 euros.

paris, alimentação barata - diario de viagem por jess code

SEGURANÇA

De bairros, fiquei no 12º arrondissement, mas gostei de quase todos os que vi: o Marais, o Montmartre (perto da Sacré-Coeur é mesmo um pouco tenso, mas é só fechar a cara e andar perto dos grupos, que os caras das escadarias não fazem nada).

Me senti muito segura o tempo todo. Inclusive, desci do metrô num ponto mais afastado, numa das noites, por volta de 23h, andei com o celular na mão (para achar meu rumo, hahha) e foi supertranquilo. Um baita choque de realidade, para uma brasileira. hehe

Achei os parisienses até simpáticos. Nos supermercados e lanchonetes os atendentes eram bem legais e pacientes com o meu francês capenga, nas ruas e metrôs eles, mesmo com pressa (ô povo apressado!), sempre paravam para me responder e me ajudar a achar a linha/caminho certos… Não sei se dei sorte, mas os achei bem mais legais do que ouvi falar a vida toda.

brigadeiro tour, paris - diario de viagem - jess code

CLIMA
Bom, é uma primavera meio fria. A temperatura mais baixa, acho, foi 7 graus, mas a sensação era de ser bem menos. À noite ficava gelado e fazia um vento que até arrepiava, haha. Mas nos dois últimos dias até rolou de sair sem casaco pesado. Acho que a máxima foi de uns 21 graus, por aí. Fui embora no dia 2 de maio.

TRANSPORTE
Eu fiquei encantada, apaixonada! Para uma belo-horizontina, que tá acostumada a ônibus que atrasam sempre e um metrô que só anda numa linha reta, SP já era mara. Quando cheguei em Paris e vi toda aquela profusão de transportes: metrô, trem, ônibus, RER, bike… pirei!

Usei o metrô todos os dias, em horários distintos, e sempre foi muito de boas, superpontual e fácil de usar. Não precisar correr ou ficar p*ta da vida porque perdi um carro foi a melhor sensação do mundo, hahaha (pobry mesmo!)
Nas estações você consegue comprar os tickets tanto com dinheiro quanto com cartão (mesmo o VTM), o que é bem prático. Ninguém tentou me aplicar o tal golpe da ajuda com a compra, felizmente.

Jardin du palais Royal, paris - brigadeiro tour, eurotrip - jess code

Bom, acho que é só. Se eu lembrar de mais coisas, coloco aqui ou crio mais posts. Mas se quiserem saber de algo, é só perguntar aqui nos comentários e eu respondo. 🙂

Espero que tenham gostado desse (enorme) diário de viagem. O próximo destino é Bruxelas! Preparem-se!

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